Fórum

Novo acordo ortográfico
Carlos Alberto Faraco

A mídia costuma apresentar o Acordo como uma unificação da língua. Há, nessa maneira de abordar o assunto, um grave equívoco. O Acordo não mexe na língua (nem poderia, já que a língua não é passível de ser alterada por leis, decretos e acordos) – ele apenas unifica a ortografia.
Algumas pessoas – por absoluta incompreensão do sentido do Acordo e talvez induzidas por textos imprecisos da imprensa – chegaram a afirmar que a abolição do trema (prevista pelo Acordo) implicaria a mudança da
pronúncia das palavras (não diríamos mais o u de lingüiça, por exemplo). Isso não passa de um grosseiro equívoco: o Acordo só altera a forma de grafar algumas palavras. A língua continua a mesma.

Leia este artigo na íntegra no formato PDF

Novo acordo ortográfico - Carlos Alberto Faraco

E AGORA, PORTUGAL?-Artigo publicado na revista LÍNGUA PORTUGUESA, fevereiro de 2008 - José Luiz Fiorin (USP)

CHOMSKY NO BRASIL: UMA BREVE NOTA DE LEITURA - Carlos Alberto Faraco (UFPR)

IDENTIDADE LINGÜÍSTICA E EDUCAÇÃO EMANCIPADORA: DEBATES E PROPOSTAS DA LINGÜÍSTICA SOCIAL -Congresso de Etnolingüística. Rosario, Santa Fe, Argentina, maio de 2001 - María Isabel Requejo (Universidad Nacional de Tucumán, Argentina)

Para habitar o mundo é preciso habitar a língua - Dan VAN RAEMDONCK, lingüista, professor da Universidade Livre de Bruxelas (Bélgica)

Mudança Lingüística - David Crystal

O papel da lingüística no ensino de línguas -Luiz Antônio Marcuschi (UFPE-2000)

VOU ESTAR - NDO Sírio Possenti - IEL/Unicamp

Garimpando as origens estruturais do português brasileiro - SCHERRE, M. M. P. & NARO, Anthony J.

COGNIÇÃO, EXPLICITUDE E AUTONOMIA NO USO DA LÍNGUA - Luiz Antônio Marcuschi / UFPE /

 

 

 
Marcos Bagno - Escritor, tradutor, lingüista e professor da UnB - mbagno@terra.com.br